Viva o comum. Aquele possível a todos. Porque muitas vezes é ouvindo o outro que descobrimos um fio de novidade que vira complemento que ilumina a nossa própria compreensão. Viva a simplicidade da percepção, que me faz falar, dividir, debater. Viva a palavra, tão necessária para que a vida faça sentido e funcione no ritmo certo de cada um. Viva ao ponto de encontro. As curvas, as ruas, o sim e o talvez, o olhar, o esbarrão, o sorriso, o eu te amo e as consequências dele, a consciência da liberdade, a possibilidade de um não, para cada um e para todos e para tudo, um viva. Todo mundo olha o mesmo espelho. Porque nos seus dias, cada um experimenta o que a vida oferece, o que o desejo sinaliza e assim seguem as vias congestionadas por onde todos passamos.
ameii
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